Enquanto aqui no país os clubes da Série A, com raras exceções, têm dificuldade até mesmo de montar um elenco profissional feminino, em um país que fabrica atletas da mais alta qualidade, lá fora o cenário é outro. Se o público não se interessa como no masculino, os times fazem com que a modalidade chegue aos olhos do público com ações como essa do Barça, por exemplo.
Que tal partidas preliminares no Brasil, campanhas conjuntas? É preciso começar para um dia se ter lucro com o futebol feminino. Os dirigentes precisam pensar que há todo um novo campo para se explorar, ter lucro. Mas o hábito não se cria de uma hora para outra. É necessário apostar. Espaço para crescimento há. Um exemplo? Nas Olimpíadas, o GloboEsporte.com bateu o recorde em 16 de agosto - 20 milhões de visitas - justamente no dia da semifinal entre Brasil x Suécia, transmitida ao vivo pelo site. A oportunidade está batendo à porta. Em época do empoderamento feminino, que tal as equipes se engajarem nessa luta apoiando um esporte que já nos deu craques como Marta, Formiga, Cristiane, Michael Jackson, Pretinha, Tafarel, Sissi e tantas outras? Fica a dica.
Via http://globoesporte.globo.com/
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